Olá tudo bem com vocês? Bem também mas vamos direto no assusnto
que eu coloqueiSociedade limitada
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A sociedade por quotas com responsabilidade limitada, em Direito,
no Brasil, refere-se à natureza jurídica de uma empresa constituída
como sociedade, é quando duas ou mais pessoas se juntam para criar
uma empresa, formando uma sociedade empresária, através de um
contrato social, onde constará seus atos constitutivos, forma de
operação, as normas da empresa e o capital social. Esse por sua vez
será dividido em cotas de capital, o que indica que a
responsabilidade pelo pagamento das obrigações da empresa, é
limitada à participação dos sócios.
Índice [esconder]
1 Sociedades por quotas
2 Sociedades unipessoais por quotas
3 Características no Brasil
4 Referências
[editar]Sociedades por quotas
O Código das Sociedades Comerciais (CSC) regula o enquadramento
jurídico de 4 tipos de sociedade, com base no princípio da
tipicidade (artigos 1º e 3):
Sociedade em Nome Colectivo;
Sociedade por Quotas;
Sociedade em Comandita;
Sociedade Anônima.
A Sociedade por Quotas, caracteriza-se e diferencia-se das demais
pelos seguintes factores:
Será constituída por dois ou mais sócios, (artigo 7º),
O capital está dividido em quotas (artigo 197)
No nome da firma, é obrigatório constar a identificação da sua
tipicidade através da inclusão da palavra "Limitada" ou da
abreviatura "Ltda" no seu nome.(artigo 200),
O capital social mínimo são 5.000,00€ (artigo 201)
As entradas de capital podem ser em dinheiro ou espécie, não sendo
admitidas entradas de indústria (artigo 202).
Podem ser diferidas metade das entradas em dinheiro (artigo
202)
Metade do lucro do exercício tem que ser distribuio pelos sócios,
salvo diferente cláusula contratual ou deliberação tomada por
maioria de três quartos dos votos correspondentes ao capital social
em assembleia geral para o efeito convocada.(artigo 217)
A responsabilidade dos sócios é limitada externamente (perante
terceiros), mas ilimitada internamente (responsabilidade pelas
entradas dos restantes sócios)
Na constituição da Sociedade a cada sócio corresponde uma quota,
referente à sua entrada. O valor nominal não pode ser inferior a
100,00€.(artigo 219)
Para efeitos de deliberação, conta-se um voto por cada cêntimo de
valor nominal da quota. (artigo 250)
Nota: o CSC dedica uma boa parte do seu articulado a este tipo de
Sociedades, desde o 197 ao 270, Capítulos I a IX.
[editar]Sociedades unipessoais por quotas
Apesar de estar incluída no grupo Sociedade por Quotas, acaba por
ser uma excepção, dado este regime ter sido concebido para o caso
de uma pessoa singular deter uma sociedade a 100% mas usufruindo
dos direitos e deveres das Sociedades por quotas.
O CSC, no Capítulo X, dedica 7 sub-artigos a este tipo de
Sociedades, desde o 270º-A ao 270º-G
[editar]Características no Brasil
As sociedades limitadas são aquelas cujo capital social é
representado por quotas. A responsabilidade dos sócios no
investimento é limitada ao montante do capital social
investido.
É uma sociedade com uma categoria de sócios, os de responsabilidade
limitada, que respondem, tão-somente, pela integralização do
capital e, realizando este, sem maior responsabilidade, quer para a
sociedade, quer para com terceiros.
A responsabilidade direta de cada sócio limita-se à obrigação de
integralizar as cotas que subscreveu, embora exista a obrigação
solidária pela integralização das quotas subscritas pelos demais
sócios.
As sociedades se caracterizam com o início do nome de um ou mais
quotistas, por extenso ou abreviadamente, terminando com a
expressão "& Cia. Ltda." (firma ou razão social) ou com o
objeto social no nome da empresa, seguindo-se da expressão "Ltda"
(denominação), nos termos do art. 1158 do Código Civil
Brasileiro.
Caso a palavra "limitada" (por vezes abreviado por Lda., L.da ou
Ltda.) não conste do nome da sociedade, presume-se ilimitada a
responsabilidade dos sócios, passando a ter as características
jurídicas de uma sociedade em nome coletivo. agora vamos para a
terça da esteticaEstética
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Nota: Para por alguma outra definição de estética, veja Estética
(desambiguação).
David de Michelangelo.
Estética (do grego
αισθητική ou
aisthésis: percepção, sensação) é um ramo da filosofia que tem por
objeto o estudo da natureza do belo e dos fundamentos da arte. Ela
estuda o julgamento e a percepção do que é considerado belo, a
produção das emoções pelos fenômenos estéticos, bem como: as
diferentes formas de arte e da técnica artística; a idéia de obra
de arte e de criação; a relação entre matérias e formas nas artes.
Por outro lado, a estética também pode ocupar-se do sublime, ou da
privação da beleza, ou seja, o que pode ser considerado feio, ou
até mesmo ridículo.[1]
Índice [esconder]
1 Na antiguidade
2 Estéticas na história e na filosofia
2.1 Grécia antiga
2.2 Modernidade
3 Referências
4 Bibliografia
5 Ver também
[editar]Na antiguidade
Especialmente com Platão, Aristóteles e Plotino - a estética era
estudada fundida com a lógica e a ética. O belo, o bom e o
verdadeiro formavam uma unidade com a obra. A essência do belo
seria alcançado identificando-o com o bom, tendo em conta os
valores morais. Na Idade Média surgiu a intenção de estudar a
estética independente de outros ramos filosóficos.
No âmbito do Belo, dois aspectos fundamentais podem ser
particularmente destacados:
a estética iniciou-se como teoria que se tornava ciência normativa
às custas da lógica e da moral - os valores humanos fundamentais: o
verdadeiro, o bom, o belo. Centrava em certo tipo de julgamento de
valor que enunciaria as normas gerais do belo (ver cânone
estético);
a estética assumiu características também de uma metafísica do
belo, que se esforçava para desvendar a fonte original de todas as
belezas sensíveis: reflexo do inteligível na matéria (Platão),
manifestação sensível da idéia (Hegel), o belo natural e o belo
arbitrário (humano), etc.
Mas este caráter metafísico e conseqüentemente dogmático da
estética transformou-se posteriormente em uma filosofia da arte,
onde se procura descobrir as regras da arte na própria ação
criadora (Poética) e em sua recepção, sob o risco de impor
construções a priori sobre o que é o belo. Neste caso, a filosofia
da arte se tornou uma reflexão sobre os procedimentos técnicos
elaborados pelo homem, e sobre as condições sociais que fazem um
certo tipo de ação ser considerada artística.
Para além da obra já referida de Baumgarten - infelizmente não
editada em português -, são importantes as obras Hípias Maior, O
Banquete e Fedro, de Platão, a Poética, de Aristóteles, a Crítica
da Faculdade do Juízo, de Kant e Cursos de Estética de Hegel.
[editar]Estéticas na história e na filosofia
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Embora os pensadores tenham ponderado a beleza e a arte por
milhares de anos, o assunto da estética não foi totalmente separado
da disciplina filosófica até o século XVIII.
[editar]Grécia antiga
Sócrates
Sócrates um dos mais notórios pensadores gregos foi um dos
primeiros a refletir sobre as questões da estética. Nos diálogos de
Sócrates com Hípias, há uma refutação dos conceitos
tradicionalmente atribuídos ao belo, ele não irá definir o que é
belo julgando-se incapaz de explicar o belo em si.
Platão entendeu que os objetos incorporavam uma proporção,
harmonia, e união, buscou entender estes critérios. O belo para
Platão estava no plano do ideal, mais propriamente a idéia do belo
em si, era colocada por ele como absoluto e eterno, não dependeria
dos objetos, ou seja, da materialidade, era a própria idéia de
perfeição, estava plenamente completo, restando ao mundo sensível
apenas a imitação ou a cópia desta beleza perfeita.
Platão dissociava o belo do mundo sensível, sua existência ficava
confinada ao mundo das idéias, associando-se ao bem, a verdade, ao
imutável e a perfeição.
Para Platão somente a partir do ideal de beleza suprema é que seria
possível emitir um juízo estético, portanto definir o que era ou
não belo, ou o que conteria maior ou menor beleza. Por estar fora
do mundo sensível o belo platoniano está separado também da
intromissão do julgamento humano cujo estado é passivo diante do
belo. Ele estabelecia uma união inseparável entre o belo, a beleza,
o amor e o saber.
O belo em Platão serviria para conduzir o homem à perfeição, ao
qual restaria a cópia fiel e a simulação, estas concepções
filosóficas vão permear a arte grega e ocidental por um longo
período, até o século XVIII, com momentos históricos de maior ou
menor ênfase no fazer artístico.
Aristóteles - O estagirita
Aristóteles, discípulo de Platão, ao contrário de seu mestre,
concebeu o belo a partir da realidade sensível, deixando este de
ser algo abstrato para se tornar concreto, o belo materializa-se, a
beleza no pensamento aristotélico já não era imutável, nem eterna,
podendo evoluir.
Aristóteles dará o primeiro passo para a ruptura do belo associado
à idéia de perfeição, trará o belo para a esfera mundana, colocará
a criação artística sob a égide humana, já não mais separado do
homem mas intrínseco a ele.
Com Aristóteles abrem-se às perspectivas dos critérios de
julgamento do fazer artístico, conferindo ao artista a
possibilidade de individuação. O belo aristotélico seguirá
critérios de simetria, composição, ordenação, proposição,
equilíbrio.
As concepções do belo de Aristóteles ficam por um longo período
esquecidas, sendo somente retomadas ao final da Idade Média.
[editar]Modernidade
Filosofia do belo na arte é a designação aplicada a partir do
século XVIII, por Baumgarten, à ciência filosófica que compreendeu
o estudo das obras de arte e o conhecimento dos aspectos da
realidade sensorial classificáveis em termos de belo ou feio.
Os conceitos do belo seguem o rumo da apreciação, da fruição e da
busca pelo juízo universal, pela verdade última de sua definição. A
revolução francesa traz novos ares ao mundo, e o engatinhar da
revolução industrial traz novas luzes ao pensamento humano. Vários
filósofos se preocuparam com o belo durante este período, entre
eles cita-se Hume e Burke, que deixaram, cada um contribuições
valiosas na tentativa de definição dos conceitos e parâmetros do
belo, mas nenhum foi tão importante quanto Kant, cuja contribuição
foi decisiva nas tentativas de explicação do belo.
Immanuel Kant
A maioria dos autores das teorias estéticas tomam Kant como
referencial principal em suas obras: após Kant apresentar suas
teorias, nenhum outro filósofo depois dele deixou de o citar -
refutando ou concordando, todos o mencionam. Os conceitos sobre o
belo elaborados por Kant transformaram em definitivo o juízo
estético. Kant irá mudar as bases do juízo estético ocidental que
até ele vinculavam as obras de arte e a beleza natural ao
sobrenatural. A beleza até então era algo que a razão não poderia
compreender, a arte era quem transpunha o incognoscível absoluto e
pelos símbolos trazia o ideal para o real. O que tornava a arte
apreciável até então era o prazer do deleite com o belo, a
influência moral que exercia sobre natureza humana.
Para Kant, o juízo estético é oriundo do sentimento e funciona no
ser humano como intermediário entre a razão e o intelecto. A função
da razão é prática já função do intelecto é elaborar teorias sobre
os fenômenos. Os fenômenos que são percebidos pelos sentidos
através da intuição, transformam-se em algo compreensível o que
permitiria a emissão de um juízo estético. Tal juízo não conduziria
a um conhecimento intrínseco do objeto, portanto não teria um valor
cognitivo, nem tampouco seria um juízo sobre a perfeição do objeto
ou fenômeno, sendo correto independentemente dos conceitos ou das
sensações produzidas pelos objetos.
Os sentimentos de prazer e desprazer em Kant estão ligados as
sensações estéticas e pertencem ao sujeito, são estes sentimentos
subjetivos, não lógicos que emitem o conceito do belo, são eles que
formam o juízo do gosto. A percepção de um objeto ou fenômeno que
instiga a sensação de prazer provoca a fruição ou gozo e a essas
sensações damos os nomes de belo, bonito e beleza. A questão do
belo seria então algo subjetivo, e por ser subjetivo é livremente
atribuído, sem parâmetro, fundado na "norma pessoal". São os
sentimentos oriundos das sensações agradáveis que emitem o juízo do
belo, induzindo o desejo de permanecer usufruindo tais sensações. O
interesse imediato diante das sensações prazerosas é a
continuidade.
Kant afirmava ser impossível encontrar regras teóricas para a
construção de belos objetos. E é impossível porque, quando julgam
que um objeto se inclui em certo princípio geral ou se conforma com
esta ou aquela regra, estam fazendo um juízo intelectual dessa
ordem, não podendo "inferir que ele é belo". A beleza não
dependeria de provas intelectivas, mas sim do senso de prazer
gerado. O prazer é a ligação principal que Kant faz com o belo, por
ser um prazer subjetivo, ele é desprovido do sentido de
conhecimento, não está vinculado à realidade de um objeto ou
fenômeno, o prazer que o belo proporciona vem apenas das
representações sensivelmente apreendidas.
Georg Hegel
Hegel foi outro grande filósofo que, após Kant, dedicou-se ao
estudo do belo. Hegel parece concordar de certa maneira com Platão,
ao abordar a questão do ideal e do belo. Sobre a beleza Hegel diz
que "a beleza só pode se exprimir na forma, porque ela só é
manifestação exterior através do idealismo objetivo do ser vivente
e se oferece à nossa intuição e contemplação sensíveis"
Uma profunda análise sobre o ideal é um dos focos de Hegel, ao
ideal ele atribui todos os conceitos morais e espirituais,
pertencentes à natureza humana que são transfigurado pelo
imaginário em formas atribuídas a deuses ou seres superiores a si
mesmo, tal ideal segundo ele seria uma tentativa de transpor a
realidade dura e cruel da vida cotidiana e ao mesmo tempo projetar
para si mesmo exemplos a serem seguidos. A beleza funciona para
Hegel como a expressão máxima do Ideal. O ideal clássico "só
representa o modo de ser do espírito, o que nele há de sublime
funde-se na beleza, é diretamente transformado em beleza".
Para Hegel o belo é algo espiritual, para definir o belo como algo
espiritual, parte da premissa da inexistência material do belo,
colocando-o na categoria de conceito sem realidade física,
portanto, pertencente ao plano espiritual, ao plano da imaginação
do sujeito.
Hegel definiu a estética como a ciência que estuda o belo,
conferindo a estética à categoria de ciência filosófica. Sua
análise do belo é basicamente em cima do belo artístico, relegando
o belo natural a um segundo plano. "para justificar esta exclusão,
poderíamos dizer que a toda a ciência cabe o direito de se definir
como queira". Uma análise detalhada das diferenças do belo
artístico e do belo natural, foi feita por Hegel, privilegiando o
belo artístico por considerá-lo superior, tecendo explicações sobre
tal superioridade.
Hegel vai tomar como base o belo em si, e deixa de lado os objetos
belos, que segundo ele são tidos como belos por motivos diversos.
"Não nos perturbam, portanto, as oposições entre os objetos
qualificados de belos: estas oposições são afastadas,
suprimidas(...). Nós começamos pelo belo como tal". Acaba por
determinar que "só é belo o que possui expressão
artística".[2]
Referências
↑ Abbagnano, Nicola. Diccionário de Filosofia. Ciudad del
México, Fondo de Cultura Económica. 1966 p. 452a
↑ HEGEL, George W. F. Curso de estética: o belo na arte. São
Paulo: Martins Fontes, 1996.
[editar]Bibliografia
A Wikipédia possui o:
Portal de Filosofia
Aristóteles. Poética. São Paulo. Ed. Ars Poética. 1993.
Burke, Edmund. Uma investigação filosófica sobre a origem de nossas
idéias do sublime e do belo. Campinas: Papirus, 1993.
Hegel, G. W. Cursos de Estética. São Paulo: Edusp, 2001/06. 4
vols.
Hegel, George W. F. Curso de estética: o belo na arte. São Paulo:
Martins Fontes, 1996.
Jimenez, Marc. Estética, o que é estética. São Leopoldo: Editora
Unisinos, 1999.
Kant, Immanuel. Crítica da faculdade do juízo. Rio de Janeiro:
Forense Universitária, 1993.
Osborne, Harold. Estética e teoria da arte. São Paulo: Cultrix,
1993.
Suassuna, Ariano. Iniciação á Estética. Rio de Janeiro. Ed. José
Olympio, 2004
iintimidade agoraAmor e intimidade no ambiente de trabalho
12/07/2007
O mundo confuso das relações pessoais no ambiente de trabalho
O romance no local de trabalho sempre rende boas manchetes. Dois
anos atrás, Harry C. Stonecipher foi obrigado a pedir demissão da
presidência da gigante ãroespacial Boeing por causa do
relacionamento que mantinha com uma executiva da empresa. Na
primavera passada, Paul Wolfowitz, presidente do Banco Mundial, foi
obrigado a pedir demissão depois de ser acusado de conseguir um
belo aumento de salário e uma promoção para uma mulher com quem
estava envolvido afetivamente. No fim de maio, o diretor financeiro
da seguradora de saúde Wellpoint foi demitido depois de uma série
de ligações românticas que violavam o código de conduta da empresa.
O problema não se restringe a amor e sexo.
O relacionamento familiar e as amizades no local de trabalho podem
prejudicar também a percepção de imparcialidade dos colegas de
serviço podendo comprometer o desempenho da empresa. O dilema
assume proporções extremamente graves em empresas familiares quando
o fundador se vê na obrigação de escolher um sucessor e tem de
decidir se cede o lugar ao filho ou à filha, ou se procura alguém
de fora possivelmente com melhores qualificações. A sucessão,
porém, nem sempre é o problema mais importante. Nas histórias
acompanhadas de perto na mídia sobre a própria mídia, têm sido
fartamente divulgado que certos temores familiares estariam
complicando as atuais discussões sobre a possível venda da Dow
Jones, publisher do Wall Street Journal, enquanto investidores
externos teriam se queixado recentemente de que membros da família
responsável pela direção da The New York Times Company teriam
obtido retornos medíocres.
"Sabemos que a ausência de imparcialidade gera todo tipo de
problema", observa Jennifer S. Mueller, professora de Administração
da Wharton Business School. Pesquisas mostram que a empresa
considerada desleal pelos funcionários em questões como pagamento,
promoções e outras práticas têm índices mais elevados de roubos, de
comentários negativos e outros comportamentos nocivos, disse
Mueller.
Como pode a empresa manter as relações familiares sob controle? Não
há uma solução única. Laços de família, namoros e amizades são
questões antigas para as empresas do mundo todo, e culturas
diferentes as encaram de formas distintas, diz Thomas W. Dunfee,
professor de Estudos Jurídicos e de ética nos Negócios da Wharton.
Tais questões pertencem a uma área de "livre espaço moral", e não a
uma área de princípio moral universal, cabendo a cada sociedade
julgar o que considera adequado.
Em muitas regiões do mundo, especialmente na ásia, as relações
pessoais são consideradas positivas, em parte como forma de
assegurar que haja um clima de confiança dentro da empresa, e é
tido como fato normal - e até esperado - que um pai passe o comando
do negócio para o filho, diz Raphãl Amit, professor de
Administração da Wharton. Contudo, o desempenho da empresa pode ser
prejudicado quando os responsáveis pelas tomadas de decisão perdem
a objetividade e deixam de considerar o mérito o critério
principal, observa Amit, que estudou os resultados das empresas que
integram a lista da Fortune 500 de 1994 a 2000. "Nas empresas
americanas sob controle familiar, quando o fundador passa o papel
de CEO para o filho, ou filha, em vez de contratar um profissional
de fora, o valor da empresa, de modo geral, sofre uma queda."
Mais solteiros no local de trabalho
Contudo, a maior parte das questões relativas ao relacionamento não
são facilmente quantificadas. Como se mede o impacto negativo do
ciúme, falta de lealdade e favoritismo ou mesmo uma simples
distração?
Como os efeitos são difíceis de mensurar, a reflexão sobre as
questões de relacionamento evoluiu, diz Dunfee. Os conflitos de
interesse sempre foram objeto de preocupação, e ainda são. Contudo,
muitas empresas estão tentando se afastar de políticas rígidas em
relação ao nepotismo e ao namoro privilegiando diretrizes flexíveis
mais adequadas a uma força de trabalho mais equilibrada entre
profissionais de ambos os sexos e repleta de solteiros.
Ao mesmo tempo, acionistas, empregados e demais partes envolvidas
de algum modo com a empresa esperam cada vez mais que as
organizações baseiem suas decisões no mérito, e não em possíveis
relacionamentos, diz Dunfee. "Os tempos estão mudando, e há um
nível maior de expectativas por parte dos acionistas no que diz
respeito à integridade e a imparcialidade."
Hoje em dia, um presidente americano provavelmente não indicaria
seu irmão para a procuradoria geral, como fez Kennedy nos anos
1960; também não pediria à sua esposa para comandar um programa de
caráter político, como fez Clinton com a questão da saúde nos anos
1990. Embora seja prática aceita há tempos em faculdades e
universidades conceder vagas a filhos de ex-alunos e de
professores, isso agora está sendo questionado com base em questões
ligadas à imparcialidade e à diversidade, diz Dunfee.
De acordo com Peter Cappelli, diretor do Centro de Recursos Humanos
da Wharton, "as diretrizes tradicionais nesses casos mudaram muito
ao longo do tempo. Na geração imediatamente posterior à Segunda
Guerra Mundial, havia um entendimento dentro das empresas de que o
nepotismo era ruim porque dificultava o exercício de uma
administração profissional". Contudo, como a disputa por bons
profissionais tornou-se mais acirrada em anos recentes, regras
rígidas de nepotismo que impediam a empresa de contratar parentes
ou cônjuges de funcionários começaram a perder força, embora ainda
seja comum a proibição de relacionamentos entre membros de uma
mesma família, cônjuges e namorados de hierarquias
diferentes.
Nos anos que se seguiram ao pós-guerra, as empresas tiveram também
de lidar com a questão do namoro, já que era cada vez maior o
número de mulheres na força de trabalho, diz Cappelli. "A
legislação sobre igualdade de direitos fez com que a maior parte
das empresas se preocupasse muito mais com o envolvimento afetivo
no local de trabalho e com qualquer conduta que pudesse ser
interpretada como assédio. Tornaram-se comuns as regras que vetavam
o namoro entre subordinados e superiores. Algumas empresas tinham
regras semelhantes até mesmo para funcionários de mesmo nível,
embora parece que raramente tenham sido postas em prática."
Hoje, porém,os esforços para impedir o namoro no local de trabalho
não são tão comuns quanto no passado, diz Cappelli.
Uma razão para isso é que as políticas contrárias ao namoro às
vezes davam margem a acusações de discriminação porque, na prática,
tendiam a penalizar as mulheres mais freqüentemente do que os
homens, de acordo com Janet Lever, professora de sociologia da
Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Os homens, acrescenta
Lever, eram em geral supervisores, e se um superior do sexo
masculino e uma funcionária de nível inferior tivessem um
envolvimento, normalmente a mulher era transferida ou
demitida.
As políticas de proibição do namoro não se adaptam à moderna força
de trabalho, que se divide em partes praticamente iguais entre
homens e mulheres, diz Lever. Atualmente, as pessoas esperam mais
para se casar e, em muitos casos, cumprem jornadas de trabalho mais
longas do que seus pais. é no trabalho que as pessoas conhecem
outras de interesses semelhantes, portanto é preciso que os
empregadores admitam o fato de que é irreal tentar banir os
relacionamentos pessoais. "As pessoas estão começando a aceitar o
fato de que não há nada demais namorar um colega" de trabalho,
embora Lever concorde que o envolvimento entre superior e
subordinado continue a ser tratado como tabu.
Relacionamentos que azedam
Uma pesquisa feita pela empresa de recolocação Challenger, Gray
& Christmas, de Chicago, constatou que o número de americanos
na ativa que se identificam como solteiros aumentou 18,3% entre
1995 e 2005, somando cerca de 59 milhões de indivíduos, ou cerca de
44% da força de trabalho. Praticamente 50% dos trabalhadores
solteiros tinham idades entre 20 e 34 anos, uma faixa etária que é
considerada o período "áureo" do namoro, concluiu o estudo. "Não é
de admirar que o namoro no local de trabalho esteja em alta entre
esses 28 milhões de jovens, alguns dos quais passam mais tempo
juntos no escritório do que fora dele", observa John Challenger,
CEO da empresa. "Os empregadores praticamente não têm escolha senão
permitir o namoro."
Ele observa que em um levantamento de 2003 feito pela American
Management Association (AMA), constatou-se que 30% dos gerentes
haviam namorado uma colega do escritório, e que 96% dos gerentes
disseram que consideravam aceitável namorar uma colega de trabalho
que não fosse sua superior ou subordinada. "é evidente, portanto,
que o namoro no escritório ganhou aceitação nos últimos dez ou
vinte anos, mas as empresas devem acompanhar com atenção esses
envolvimentos. Elas devem procurar estabelecer algumas diretrizes
para evitar possíveis problemas, inclusive queixas de assédio,
moral baixo ou fofocas."
A pesquisa da AMA constatou que 12% das empresas possuem políticas
de namoro documentadas. Destas, 92% proíbem o namoro entre
supervisores e subordinados, e 11% proíbem o namoro entre colegas
de mesma hierarquia.
"As empresas que preferem não tratar de forma alguma da questão do
namoro no ambiente de trabalho poderão se ver em maus lençóis no
momento em que o romance azedar", adverte Challenger. "Situações
desse tipo podem resultar rapidamente em ação de assédio sexual.
Pode haver outros tipos de problemas se um dos indivíduos
envolvidos for promovido. As empresas terão dificuldade em proibir
uma relação que antes era permitida."
Qual a melhor política?
Challenger recomenda uma política documentada que defina claramente
que tipos de envolvimento são permitidos e o que acontece quando as
pessoas se envolvem com outras do mesmo departamento ou grupo de
trabalho. Ele diz que a política adotada deverá definir coisas
consideradas próprias e impróprias, como dar as mãos e beijar no
rosto, e acrescenta que os gerentes devem se reunir com os casais
para discutir as diretrizes adotadas e se certificar de que o
relacionamento seja consensual.
"Um número cada vez maior de empresas tem formulado políticas sobre
o envolvimento afetivo no trabalho", diz Janis Von Cullin,
ex-executiva de recursos humanos de uma empresa da Fortune 500 e
atual chefe da consultoria de RH Von Culin Associates, de Blue
Bell, na Pensilvânia. "As pessoas se envolvem no trabalho o tempo
todo. Não há como proibir isso."
Von Culin ajudou diversos clientes a formular políticas de
relacionamento e a tratar de questões individuais. Em um dos casos,
dois colegas de escritório se casaram e a empresa conseguiu evitar
o surgimento de conflitos de interesse transferindo um deles para
outro setor da empresa onde havia um serviço semelhante ao que
aquela pessoa executava. "é isso o que faz uma empresa
esclarecida", diz ela, ressaltando que quando começou a trabalhar
no setor de recursos humanos há 30 anos, "a mulher era demitida em
uma situação desse tipo".
Em outro caso, uma funcionária se envolveu com o chefe da empresa.
Para evitar uma situação de assédio sexual, os dois receberam uma
carta que descrevia o procedimento a ser seguido quando tivessem de
relatar qualquer problema ao setor de recursos humanos. Isso evitou
uma reação draconiana da empresa proibindo o namoro ou despedindo
uma das partes envolvidas. Ao mesmo tempo, protegeu a companhia ao
deixar claro, por escrito, que as partes envolvidas haviam sido
notificadas sobre possíveis problemas, e ainda, que a empresa
dispunha de um procedimento objetivo para lidar com o caso. "Sei
que atualmente esse tipo de conduta é cada vez mais comum nas
empresas desde o primeiro momento, sobretudo nas pequenas empresas
privadas."
Quando pessoas de hierarquias diferentes se envolvem, é fundamental
que o indivíduo de nível superior não tome decisões importantes
pela outra, como aumento de salário e promoções, acrescenta Lever.
Pode ser necessário remeter tais questões a uma pessoa ou a uma
comissão de fora da cadeia de comando que normalmente supervisiona
o subordinado. "é fundamental que haja uma estratégia imparcial a
cargo de várias pessoas. Muita gente dirá que há favoritismo, mas
pelo menos a empresa poderá dizer: 'Não, veja aqui como lidamos com
esse assunto.'"
Uma estratégia simples
Dunfee diz que as melhores políticas apresentam princípios gerais
relativos a possíveis conflitos de interesse em vez de "acessos" de
sabedoria que determinam quem pode se envolver com quem. Ele diz
que deveria haver uma comissão encarregada de lidar com esse tipo
de assunto, em vez de relegá-lo a um único indivíduo, uma vez que
os empregados são menos propensos a acreditar que todos os membros
da comissão ajam de forma parcial.
Mueller concorda e acrescenta que "um componente importante é
assegurar a adoção de uma política transparente e de conhecimento
geral". As empresas devem deixar claro que se importam com os
problemas que um envolvimento afetivo pode gerar, mas não devem
agir como se todo namoro fosse uma crise. "Eu diria que uma
estratégia simples talvez seja o meio mais adequado para manter as
pessoas ocupadas em suas atividades", diz ela, acrescentando que "o
princípio da imparcialidade é o mais importante. As pessoas
precisam ver que as coisas se desenrolam de maneira justa".
De acordo com Lever, da universidade da Califórnia, as empresas
deveriam ir além das diretrizes voltadas para o namoro e a família
e tratar também dos "relacionamento pessoais íntimos". Embora o
envolvimento sexual "seja considerado como a maior ameaça à
objetividade, as relações travadas depois do expediente são
igualmente importantes", disse Lever em um artigo escrito em abril
de 2006 para a revista Across the Board. "Pesquisas respaldam nossa
suspeita de que o 'velho amigo' - e agora também a 'velha amiga' -
conseguem mais regalias do que um namorado ou namorada."
Lever sugere a adoção de uma política que enfatize o dever do
empregado de revelar - a um supervisor indicado ou a alguém de
recursos humanos - quaisquer relacionamentos pessoais que possam
dar margem a conflitos de interesse. "Quando se deve fazer tal
revelação? Quando você souber que outras pessoas à sua volta podem
estar ameaçadas."
A política adotada deve assegurar a confidencialidade, limitando a
informação àqueles que devem saber de sua existência. Sem isso,
muita gente jamais revelará casos extraconjugais ou relacionamentos
com indivíduos do mesmo sexo, observa Lever. Depois de feita a
revelação, a empresa deverá decidir se é caso de conflito que
demanda alguma decisão, como a transferência de um empregado para
outro setor. Mesmo que os funcionários omitam a informação, a
existência de uma política protege a empresa legalmente caso a
relação venha se tornar problemática.
Nenhuma política funcionará muito bem se os empregados a virem como
um conjunto de normas que visam à punição. é preciso que eles
acreditem que a empresa não se opõe ao seu relacionamento, e sim
aos conflitos de interesse. "é imprescindível que haja um clima de
confiança."
agora o tema de hoje as noticiasHoje na novela Cordel Encantado
- 22/09/2011
SET 22
Posted by DecoLoko: Olho na Tela, Olho na Band!
Jesuíno salva Açucena de incêndio
Jovem encontra sua amada desmaiada e a leva para fora da igreja em
chamas
Após Timóteo (Bruno Gagliasso) colocar fogo na igrejinha de Vila da
Cruz, Açucena (Bianca Bin) passa muito mal com o cheiro da fumaça e
desmaia. Desesperado, Jesuíno (Cauã Reymond) entra na igreja
dominada por chamas e encontra a princesa caída. Ele a pega no colo
e leva Açucena para fora. Não perca! Fique ligado nas últimas
emoções de Cordel Encantado!
Timóteo desmaia em incêndio provocado por ele mesmo
Parte do teto da igreja desaba e atinge o coronel
Timóteo desmaia após inalar muita fumaça (Foto: Cordel
Encantado/Tv Globo)
Depois de sequestrar Açucena (Bianca Bin) e prendê-la na igreja de
Vila da Cruz, Timóteo (Bruno Gagliasso) fica cada vez mais
enlouquecido. Ele está disposto a tudo para ficar para sempre ao
lado de sua amada. O coronel coloca fogo na igreja, e Açucena entra
em desespero. Os dois desmaiam, mas Jesuíno consegue resgatar a
princesa. Será que Timóteo terá a mesma sorte? Fique ligado nas
últimas emoções de Cordel EncantadoBolsa de Tóquio fechada hoje por
feriado
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